Reproduções do Globo online e do Extra online
Reproduções do Globo online e do Extra online


Tanto se anunciou uma operação de guerra, semelhante ao Réveillon, quando quase 2 milhões de pessoas vão para a Zona Sul, para impedir a chegada de arrastões à praias de Copacabana e Ipanema, que ninguém se arriscou, nem as famílias, nem as pessoas de bem. Os ônibus da Zona Norte saíram dos pontos iniciais sem um único passageiro. Agora os comerciantes da praia estão reclamando que hoje não têm fregueses. Só Beltrame e a polícia foram à praia. Está tudo errado.

Comentários

26/09/2015

04:14

Fidelcino Rangel Duarte - Campos Dos Goytacazes

Garotinho! cuide mais de sua saúde camarada pois precisamos muito de você,para acabar com a corrupção. Se não houver um trabalho ostensivo e contínuo,essas cenas vão estar presentes,Mais ainda se não acabarmos com a corrupção nada vai ficar de pé Pode contar com o povo,grande líder.

26/09/2015

05:31

FRANKLIN LAUTERT - RIO

É TANTA DISCUSSÃO, CONFUSÃO, AMEAÇAS E FALTA DE POLICIAMENTO QUE A POPULAÇÃO SE ATEMORIZA. NA FALTA DE UM SOL ABRASADOR, NINGUÉM SE ARRISCA IR À TOA A UMA REGIÃO DE TUMULTO. SE SEMPRE HOUVESSE POLICIAMENTO OSTENSIVO NÃO HAVERIA NADA DISSO, NEM VIOLÊNCIA NEM MEDO DE IR A PRAIA. A SEGURANÇA DO ESTADO NÃO ACERTA UMA. E HÁ MUITO TEMPO!!

26/09/2015

05:33

Francisco Neves - São Gonçalo, RJ

É vergonhosa essa situação. Mas, o palco foi montado, mentiras foram repetidas pelas mídias, a preparação para que as pessoas apoiassem essa conduta e fizesse com que o Poder Público colocasse em prática o que eles já queriam implantar. Nada é feito pelos Governantes de forma autoritária pois, existem mecanismos para fazer com que a opinião pública apoie suas atitudes. Tudo isso e, outras medidas impopulares serão implantadas por causa das Olimpíadas no próximo ano. Em outras palavras: A Cidade do Rio de Janeiro deverá estar "limpa" para receber os turistas e mostrar que está preparada para qualquer evento internacional. Não haverá legado algum... Os que levantarem a voz de forma contrária, serão calados pela força da mídia ou policial.

26/09/2015

07:25

Enquanto isso: Tiroteios marcam o sábado no Complexo do Alemão - Rio

Enquanto isso: Tiroteios marcam o sábado no Complexo do Alemão. Rio - Os moradores do Complexo do Alemão estão sofrendo neste sábado com trocas de tiros em diversos pontos do conjunto de favelas na Zona Norte. Segundo o comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), houve confronto nas localidades do Ferro Velho e Areal. Mesmo com o intenso tiroteio, não há relatos de feridos. O primeiro confronto aconteceu durante a madrugada. PMs da UPP Nova Brasília foram acaber com um baile funk que que não estava autorizado pela Polícia Militar. Alguns frequentadores tentaram jogar pedra na cabine blindada que fica no Campo da Torre e quando foram cercados pelos PMs, houve troca de tiros. Eles conseguiram fugir. Já o segundo tiroteio aconteceu no início da tarde deste sábado. Policiais da UPP Alemão realizavam patrulhamento no Areal quando encontraram um grupo de traficantes armados. Houve um intenso confronto, mas os criminosos conseguiram fugir. Os PMs realizam buscas na região para tentar localizar o bando. Os casos foram registrados na 45ªDP (Alemão). Jornal O DIA 26/09/15 - Obs: Enquanto Beltrame põe toda policia nas praias da zona sul, o resto da cidade esta entregue a bandidagem, o Rio não tem mais jeito

26/09/2015

08:38

ENXUGAR GELO - RJ

Quando se trata de segurança, as atitudes corretivas devem ser levadas a efeito somente em caso de emergência. Enquanto este País não tiver governantes sábios, que cuide da segurança em caráter preventivo, jamais teremos resultados eficazes. Se o esforço que os políticos despendem para enricar, fosse direcionado para ações que de fato beneficia os menos favorecidos, teríamos segurança, saúde, educação, transporte público decente. Deveria ser novamente inserido na grade curricular, a Educação Moral e Cívica, Filosofia, Organização Social e Política do Brasil ( OSPB ), - Desculpe-me, isso não interessa ao governo, pois um povo burro e sem instrução é bem mais fácil de ser dominado.

26/09/2015

10:21

Carioca Suburbana - Rj

Não seria mais sincero informar q o TEMPO amanheceu fechado - sem sol, com nuvens. Pra quê tanto melodrama?

27/09/2015

01:34

jose medina - d de caxias

Os maus são orgulhosos e prepotentes e perseguem os Pobres: Eles caiam nas suas próprias ciladas e armadilhas. Primeiro inventaram que as comunidades, seriam transformados em paraíso, (UPP) agora copiaram a África do Sul o Apartheid: Os governos ditadores corruptos tem o mesmo Espírito.

27/09/2015

01:45

FRANKLIN LAUTERT - RIO

DEU NO GLOBO-OGLOBO QUE AS PESSOAS (CLASSE MÉDIA) ESTÃO PREFERINDO IR A PISCINA, EM VEZ DE IR À PRAIA, POR MEDO DE ASSALTO. TÁ TUDO PACIFICADO, OU MELHOR, DOMINADO!!!

27/09/2015

05:03

Carlos Peçanha - Rio de Janeiro

As praias estavam vazias porque não deu praia, chegou uma frente fria e por isso o movimento ficou fraco, basta ver na primeira foto o céu totalmente nublado. As operações da PM são hiper necessárias, esses moleques saem de casa sem dinheiro, sem camisa, só de bermuda, única e esclusivamente para fazer baderna na praia, não se trata de segregação, quem não tem dinheiro tem que andar a pé, por que eles vão de ônibus?????? Simples, pulam a roleta e não pagam, ameaçam os motoristas e a população, isso quando não resolver fazer surfe no teto. Eu sou suburbano com muita honra, pego ônibus todos os dia e APOIO a PM, tem que parar os ônibus e, se não tiver dinheiro, o elemento tem que ser retirado, e caso seja menor, tem que chamar os pais. Os pais tem que começar a serem processados por abandono de incapaz, chega de impunidade, chega de DIREITOS, o cidadão precisa de DEVERES a cumprir, a bem da sociedade, a bem do coletivo.

27/09/2015

11:37

Nem todo jovem pobre vai à praia cometer crimes, diz ONU - Rio

Nem todo jovem pobre vai à praia cometer crimes, diz representante da ONU. Coordenador da Unidade de Estado de Direito do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), Nivio Nascimento procura afastar as radicalizações ao comentar os arrastões no Rio de Janeiro e as reações a eles. Nem todo jovem do subúrbio comete crime na praia e nem todo morador dos bairros das praias apoia os "justiceiros", lembra Nascimento. Neste fim de semana, a polícia do Rio retomou a abordagem de jovens nos ônibus que vão dos subúrbios para as praias. Cerca de 1.000 PMs, guardas municipais e assistentes sociais atuam na orla da zona sul com o objetivo de evitar arrastões, roubos e outros crimes. A polícia do Rio, reconhece o representante da ONU, está em uma posição difícil e não dá conta sozinha do problema. "A reversão do quadro passa pela tão falada inclusão social e pela redução da vulnerabilidade desses jovens". Em países menos desiguais, não se vê arrastões, frisa ele. Doutor em antropologia, Nascimento morou por cinco anos no Rio. Confira os principais trechos da entrevista concedida por ele ao UOL. UOL - Em sua opinião, o que leva os jovens a fazerem arrastões nas praias da zona sul do Rio? Nivio Nascimento - É um fenômeno bastante conhecido desde os anos 90. Uma explicação é a desigualdade econômica. Jovens querem se divertir e acabam cometendo delitos em regiões onde normalmente são "invisíveis". O que o sr. pensa sobre a atuação do governo do Estado? [Barrar os ônibus] É uma medida de contenção pouco eficaz. Acaba infringindo o direito de ir e vir. Não é legítima do ponto de vista do estado de direito. A praia é um espaço democrático do Rio, um espaço onde pessoas de origens diversas se encontram e convivem harmonicamente. Os arrastões são uma parte ínfima desse contato e nem todos os jovens de periferia ou situação de vulnerabilidade vão à praia para cometer crimes. [O arrastão] É um espetáculo deprimente, trabalha contra a imagem do Rio, mas as pessoas têm direito ao uso do espaço urbano. O governo do Rio faz uma política de segregação social? A tentativa de impedir o acesso à praia não é democrática. É deplorável. Há uma cobrança para que a polícia dê uma resposta. Não é uma resposta fácil. A polícia tem o papel de conter. Arrastões não se explicam só pela questão policial. Tem a desigualdade e o acirramento entre classes diferentes. A polícia tem de dar uma resposta rápido, a sociedade clama, mas isso tem de ser feito dentro dos parâmetros legais. Moradores da zona sul têm reagido e tentado fazer justiça com as próprias mãos? Onde isso pode chegar? É natural que as pessoas queiram se proteger e evitar que os arrastões aconteçam. Espero que não escale para um linchamento. Medidas que acirram mais [a situação] não são as mais eficazes. Nem todos os que moram nas partes mais ricas compactuam com esse tipo de ação. A polícia que tem de administrar esse conflito. A polícia está numa situação difícil. Os arrastões recentes são mais violentos que os da década de 1990? Tem que pesquisar. Aquele primeiro arrastão dos anos 90 era muito maior. [Os do passado] Eram maiores, muito mais abrangentes. Não vejo incremento da violência. Não consigo perceber uma escalada. Vendo imagens dos anos 90 e dos atuais, são parecidas. O que a ONU propõe ao poder público brasileiro neste caso? Como resolver? Tem estratégias de policiamento que podem ser aplicadas. Os arrastões não são única e exclusivamente problema de polícia. São profundamente enraizados nas desigualdades sociais. Há uma concentração de renda e capital enorme. A reversão do quadro passa pela tão falada inclusão social e redução da vulnerabilidade desses jovens. Não se vê arrastões em países mais desenvolvidos. A atual crise econômica influencia os arrastões? O crime e a violência tendem a aumentar em situação de crise econômica e eventos de alta visibilidade como da Olimpíada [que acontecerá no Rio em 2016]. A situação econômica pode influenciar. Tem menos gente trabalhando, menos dinheiro circulando, pessoas mais desesperadas. No caso dos envolvidos nos arrastões, independentemente do crescimento econômico dos últimos anos, eles sempre estiveram excluídos. Não vejo relação direta [entre a crise econômica e os arrastões]. Do UOL 27/09/15

27/09/2015

11:43

Especialistas temem que ação de justiceiros eleve violência no Rio - RJ

Especialistas temem que ação de justiceiros eleve violência no Rio. A busca da população por uma resposta rápida aos assaltos ocorridos no último fim de semana nas praias da zona sul do Rio de Janeiro pode provocar o crescimento da violência, temem especialistas em segurança. Na internet, não é difícil encontrar quem defenda a ação de gangues de justiceiros, grupos organizados para atacar suspeitos de crimes cometidos por jovens e denunciados na imprensa. Para o sociólogo do Laboratório de Análises da Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ignácio Cano, as autoridades precisam agir para evitar o agravamento dessa situação e o aumento do número de episódios de "justiça com as próprias mãos". "Não só os criminosos podem se armar mais como também um monte de gente que nunca cometeu crime pode achar que é melhor se armar porque pode ser vitimado. Isso não vai resolver o problema e vai gerar mais insegurança", alerta o especialista. Da Agência Brasil 26/09/2015