Não é à toa que a polícia do Rio de Janeiro é considerada a mais violenta do Brasil. Os casos de autos de resistência não são investigados. Com isso maus policiais podem forjar à vontade cenas de crimes. O caso do Morro da Providência foi uma exceção, um morador filmou tudo com o celular. Não adianta Pezão e Beltrame falarem em absurdo e não tomarem qualquer providência para reprimir ações criminosas. O treinamento deficiente dos novos policiais militares também contribui para autos de resistência forjados. Muitas vezes os autos são forjados para esconder erros na ação policial. Não há nenhum controle, por isso a situação só piora. Em apenas sete meses deste ano tivemos 459 autos de resistência, ou seja, a vítima teria atirado ou tentado atira nos policiais e Beltrame não manda investigar nada.