É preciso haver uma explicação lógica. Em nenhuma capital do país ocorreu um crescimento do número de desaparecidos, comparando 2014 com 2015, só na cidade do Rio de Janeiro. Alguém teve conhecimento de alguma epidemia de doença que deixa as pessoas desmemoriadas? É claro que não. Então como é que o número de desaparecidos cresce 26% em um ano, quase 500 casos a mais. Ora, não sejam ingênuos, grande parte desses desaparecidos na verdade deveriam estar registrados como homicídios. Há casos de pessoas que foram arrancadas de casa por traficantes aos gritos de "vai morrer, perdeu", mas constam como pessoas desaparecidas. Pezão e Beltrame continuam maquiando os índices da criminalidade.