A operação de hoje no RIOPREVIDÊNCIA aconteceu por causa do BANCO MASTER, mas a coisa já estava complicada lá faz tempo e eu já vinha avisando.
Se a investigação continuar em outras aplicações a situação vai se complicar ainda mais. Embora o padrinho seja ANTONIO RUEDA, o governador CLÁUDIO CASTRO sabia de tudo que de passava lá, pois tinha participação nas propinas obtidas nas aplicações do MASTER e outras que deveriam ser alvo de investigação com especialistas em aplicações de fundos.
Até julho, R$ 2,6 bilhões - o equivalente a 25% dos recursos aplicados pelo Rioprevidência ⁃ estavam expostos a fundos administrados pelo Banco Master.
Um dos exemplos citados é o aporte de mais de R$ 1 bilhão no Arena Fundo de Investimento, administrado pela Master S/A Corretora. O fundo iniciou as operações em 18 de dezembro do ano passado, e no dia seguinte o Rioprevidência fez primeiro aporte de R$ 50 milhões. A rentabilidade média do fundo de 4,05%, ficou abaixo da poupança (5,47%) e muito aquém do CDI (9,31%), o que, segundo o TCE reforça a "ausência de vantajosidade"
Os técnicos também identificaram aportes de mais de R$ 300 milhões em letras financeiras sem qualquer informação disponível - aplicações que funcionam como empréstimos a instituições financeiras, em troca de juros.
Outro exemplo citado é o investimento de R$ 100 milhões em junho, que caiu para R$ 75 milhões em apenas um mês. Na avaliação do Tribunal de Contas, esses casos "evidenciam uma gestão possivelmente irresponsável dos recursos do regime previdenciário"milhões.
Em qualquer lugar do mundo aplicar recursos em um fundo no dia seguinte de sua abertura seria uma irresponsabilidade ou clara intenção de roubar os beneficiários desse fundo, nesse caso os mais de 235 mil aposentados do Estado.