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terça-feira, 22 de setembro de 2020

15/09/2020

20:00

É bom relembrar...

15/09/2020

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É bom relembrar...

15/09/2020

08:00

É bom relembrar...

14/09/2020

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13/09/2020

12:28

É bom relembrar...

12/09/2020

12:14

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11/09/2020

12:13

Eduardo Paes não gosta de pobre...

11/09/2020

10:11

Operação do MP deixa Pedro Fernandes na prisão domiciliar

O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO e a PCERJ, através da CORREGEDORIA GERAL DE POLÍCIA CIVIL- CGPOL, deflagraram na data de hoje (11.09.2020) a 2a fase da OPERAÇÃO CATARATA, visando o combate à corrupção no Município do RJ e no Estado do RJ, por fatos ocorridos no período compreendido entre os anos de 2013 e de 2018. As investigações foram conduzidas pelo promotor Cláudio Callo.

A operação consiste no cumprimento de 05 mandados judiciais de prisão preventiva e 06 mandados judiciais de busca e apreensão nos bairros de Copacabana, Recreio dos Bandeirantes e Barra da Tijuca. Os mandados prisionais foram expedidos em desfavor do empresário FLAVIO SALOMÃO CHADUD e de seu pai, o delegado da PCERJ MARIO JAMIL CHADUD, do ex-deputado estadual PEDRO FERNANDES, da ex-vereadora e ex- deputada federal CRISTIANE BRASIL e do ex-diretor de administração financeira (DAF) da Fundação Leão XIII, JOÃO MARCOS BORGES MATTOS.

A 26a Vara Criminal da Capital do Rio de Janeiro recebeu a denúncia (ação penal) do MPRJ instaurando processo criminal em face de 25 acusados, dentre os réus figuram os 05 presos, os ex-presidentes da FLXIII SERGIO “FERNANDES” e ERIKA YUKIKO MURAOKA, MARCUS VINICIUS AZEVEDO DA SILVA, sócio da RIO MIX 10, servidores públicos e representantes de empresas e Organizações Sociais-OS.

Os denunciados são acusados de crimes de organização criminosa, fraudes licitatórias, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais, além do crime de embaraçar investigação de organização criminosa.

As investigações tiveram início no ano de 2019, na Controladoria Geral do Estado-CGE, que detectou a ocorrência de fraudes em 04 Pregões Eletrônicos, ocorridos nos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018 na Fundação Estadual Leão XIII, vencidos fraudulentamente pela SERVLOG RIO para execução do projeto.

10/09/2020

14:00

Lava Jato do Rio cai atirando

A Lava Jato do Rio sabe que seus dias estão contados, especialmente depois da deflagração da Operação E$quema S, que expõe as vísceras do Judiciário brasileiro, onde filhos de ministros e desembargadores vendem influência para quem estiver disposto a pagar – muito.

A investigação levou dois anos e reuniu provas contundentes da atuação ilegal de grandes bancas advocatícias. Para manter o comando do Sistema S no Rio e controle sobre seu orçamento bilionário, Orlando Diniz entregou uma boa parte dele a esses advogados.

Vizinho e parceiro de Sergio Cabral em várias negociatas, Diniz foi convencido de que seu problema não seria resolvido pelas vias judiciais normais, pois era de outra ‘natureza’. Contratou, então, o escritório do compadre de Lula e seu genro.

REPRODUÇÃO: O ANTAGONISTA

10/09/2020

14:00

É bom relembrar...

10/09/2020

07:00

Filho de Zveiter levou R$ 5 milhões da Fecomércio sem trabalhar, diz MPF

Na denúncia da Operação E$quema S, o MPF afirma que o advogado Flávio Zveiter, filho do desembargador Luiz Zveiter, ex-presidente do TJ do Rio, recebeu R$ 5 milhões da Fecomércio do Rio. Mas nunca trabalhou em uma petição da entidade.

A denúncia foi recebida hoje pela Justiça Federal e agora o advogado é réu por peculato – desvio de dinheiro público, já que o orçamento da Fecomércio é oriundo das contribuições ao Sistema S.

Segundo o MPF, o contrato tem data de 2 de setembro de 2015, mas o primeiro pagamento, de R$ 1 milhão, só aconteceu em 22 de janeiro de 2016. São indícios de que o documento é “ideologicamente falso”, segundo os procuradores.

REPRODUÇÃO: O ANTAGONISTA

09/09/2020

12:04

FILHO DO PRESIDENTE DO STJ ENTRE OS 25 DENUNCIADOS NA OPERAÇÃO E$QUEMA S

O advogado Eduardo Martins, filho de Humberto Martins, novo presidente do STJ, está entre os 25 denunciados pelo MPF do Rio na Operação E$quema S.

Também Flávio Zveiter, filho do ex-presidente do TJRJ Luiz Zveiter, Ana Tereza Basilio, mulher do desembargador André Fontes, ex-presidente do TRF-2, e Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz.

E ainda o ex-presidente do STJ César Asfor Rocha e o filho Caio.

REPRODUÇÃO: O ANTAGONISTA

09/09/2020

09:00

MPE acusa Eduardo Paes de ter recebido R$ 10,8 milhões da Odebrecht

Na denúncia contra o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), aceita pela Justiça Eleitoral nesta terça-feira, o Ministério Público Eleitoral o acusa de receber R$ 10,8 milhões em vantagens indevidas da Odebrecht por meio de caixa 2. De acordo com o MP, a quantia foi destinada para financiar a campanha eleitoral de reeleição à Prefeitura do Rio de Janeiro no ano de 2012.

Ainda segundo o órgão, além do ex-prefeito, foram denunciados o deputado federal Pedro Paulo e os empresários Benedicto Barbosa da Silva Junior, Leandro Andrade Azevedo, Renato Barbosa Rodrigues Pereira e de Eduardo Bandeira Villela.

De acordo com as investigações, entre os dias 4 de junho e 19 de setembro de 2012, Eduardo Paes recebeu, em razão do exercício do cargo de prefeito do Município do Rio de Janeiro, vantagens indevidas totalizando R$ 10,8 milhões, que foram pagas por Benedicto Barbosa Da Silva Junior e Leandro Andrade Azevedo, executivos do Grupo Odebrecht.

Os valores foram recebidos indiretamente, por intermédio de Renato Barbosa Rodrigues Pereira e de Eduardo Bandeira Villela, sócios da Prole Serviços de Propaganda, que receberam sucessivas entregas de dinheiro em espécie, visando a custear, de forma dissimulada, a campanha eleitoral em que o então prefeito buscava sua reeleição.

A denúncia é resultado do desmembramento de um inquérito instaurado em abril de 2017 perante o Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar corrupção, lavagem e evasão de divisas, supostamente praticados nas campanhas eleitorais de 2010, 2012 e 2014, por Paes e Pedro Paulo, seu principal aliado na política.

Para Ricardo Bruno, do site Agenda do Poder, a denúncia tem conotações políticas. "Hoje, o Rio de Janeiro novamente se vê diante de uma nítida tentativa de intromissão indevida e suspeita do judiciário nas eleições municipais. A operação de busca e apreensão na casa do ex-prefeito Eduardo Paes, autorizada a 20 dias do início da campanha, após a homologação de sua candidatura, é um acinte ao processo democrático e um alerta de que o Congresso Nacional precisa construir regramentos jurídicos que impeçam a ação espetaculosa do judiciário em véspera de eleição", escreveu.

Nesta terça-feira, Paes foi alvo de um mandado de busca e apreensão em sua casa, em São Conrado, na Zona Sul. O ex-parlamentar foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaeco), junto à 204ª Zona Eleitoral, com mais quatro pessoas. O ex-prefeito se tornou réu pelos crimes de corrupção, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Em meio à impopularidade do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), Paes é o líder das pesquisas de intenção de voto para a eleição deste ano na capital fluminense.

Em nota, a assessoria de Paes afirmou que ele está indignado que tenha sido alvo de uma ação de busca e apreensão "em uma tentativa clara de interferência do processo eleitoral - da mesma forma que ocorreu em 2018 nas eleições para o governo do estado".

Ainda segundo a assessoria, a defesa não teve acesso aos termos da denúncia e assim que tiver detalhes do processo irá se pronunciar.

REPRODUÇÃO: O DIA

09/09/2020

08:00

STJ nega pedido para revogar prisão preventiva de Cabral

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sebastião Reis Júnior negou pedido de liminar para revogar a prisão preventiva de Sérgio Cabral, ex-governador do estado, decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em ação originada da Operação Lava Jato que apura os crimes de corrupção passiva e ativa, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de suposto envolvimento criminoso entre o ex-chefe do Executivo e o ex-procurador-geral de Justiça do Rio Cláudio Lopes.

No pedido de habeas corpus, a defesa de Cabral alegou que outros réus, integrantes da mesma suposta organização criminosa, já tiveram as ordens de prisão revogadas pela Justiça.

Preso desde 2016 e com diversas condenações, Cabral teve ordens de prisão proferidas contra si no âmbito de outras investigações, como a Operação Calicute. Em junho deste ano, em análise de habeas corpus originado da Calicute, a Sexta Turma negou pedido de substituição da prisão preventiva por domiciliar.
A defesa também sustentou que o ex-governador tem participado das investigações na condição de colaborador e mereceria os benefícios da Lei 12.850/2023, em especial o recolhimento domiciliar.

Os advogados também alegaram a necessidade de substituição da prisão em razão da pandemia da covid-19, pois Cabral faria parte do grupo de risco por ter 57 anos e ser portador de síndrome metabólica. A defesa afirmou que, na unidade onde ele está recolhido – o Complexo de Gericinó , na Zona Oeste –, há notícia da morte de quatro presos pelo novo coronavírus e de outras 12 pessoas em virtude de complicações pulmonares.

No entanto, o ministro Sebastião Reis Júnior esclareceu que o acordo de colaboração premiada firmado por Cabral e homologado pelo Supremo Tribunal Federal não produz efeitos em relação aos crimes que já são objeto de ação penal movida pelo Ministério Público. Além disso – apontou o relator –, o direito assegurado ao colaborador não afasta a possibilidade de manutenção da prisão preventiva.

Em relação ao quadro de pandemia, o magistrado ressaltou que não foram apresentados nos autos documentos que comprovem que o ex-governador tenha doença preexistente que possa se agravar a partir de eventual contágio.

O mérito do habeas corpus ainda será analisado pela Sexta Turma.

REPRODUÇÃO: O DIA