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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

29/02/2020

21:03

Decisão Judicial

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

29/02/2020

20:37

'O problema do Rio não são os bandidos, são os mocinhos', diz ex-chefe da Polícia Civil

Os diagnósticos incisivos de Hélio Luz, ex-chefe da Polícia Civil no Rio, ficaram marcados na memória de quem, há quase 20 anos, o assistiu no documentário "Notícias de Uma Guerra Particular", descrevendo uma polícia que foi "criada para ser violenta e corrupta" e teria papel de "garantir uma sociedade injusta".

"Como você mantém os excluídos todos sob controle, ganhando R$ 112 por mês? Com repressão", disse aos diretores João Moreira Salles e Kátia Lund, na época em que chefiava a Polícia Civil fluminense, entre 1995 e 1997, referindo-se ao valor do salário mínimo de então.

Aos 72 anos, Luz está aposentado, afastado da vida pública e vive com a família em Porto Alegre, onde nasceu. Mas continua acompanhando de perto as notícias da guerra particular que não acaba no Rio.

Em entrevista à BBC Brasil, ele faz o esforço constante de deslocar o foco das favelas, que têm sido objeto de operações policiais e militares, e apontar o espelho de volta para as elites, para a classe média e para as forças de segurança.

"Por que cercar a favela, se o crime não está ali? O cerne da questão da insegurança não está ali. Aquilo ali é o resultado", afirma, considerando que os "meninos que estão no tráfico" são produto da desigualdade social.

Luz considera que a intervenção federal pode trazer benefícios se deixar de lado ações ostensivas nas favelas - que equivalem a "enxugar gelo" e estigmatizam os moradores - e trabalhar para recuperar as estruturas policiais, neutralizando a ação de agentes corruptos e fazendo com que os "mocinhos" - integrantes do sistema de segurança - façam jus à designação popular.

"O problema do Rio não são os bandidos. O problema do Rio são os mocinhos. Se ele recuperar o quadro de mocinhos, ele pode dar uma atenção real ao quadro de bandidos", afirma.

REPRODUÇÃO: TERRA

Clique aqui e leia na íntegra

29/02/2020

08:39

Garotinho conversa com você

18/02/2020

22:11

Será?

REPRODUÇÃO: EXTRA
REPRODUÇÃO: EXTRA

14/02/2020

22:55

Campos no escuro

REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS
REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS

14/02/2020

20:52

São Gonçalo com força

Ontem, o companheiro Walney Rocha esteve ao lado de Gilson do Cefen e do Deputado Ratinho realizando filiações dos pré-candidatos a vereadores, prefeito e vice prefeito para as próximas eleições.
Amanhã, sábado, estaremos em São João de Meriti.

12/02/2020

11:39

Eduardo Paes vai de ônibus

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o seu então braço-direto, deputado Pedro Paulo, receberam ao menos R$ 50 milhões via caixa 2 da Fetranspor, segundo contou em sua delação premiada o ex-presidente da entidade, Lélis Teixeira.

De acordo com o delator, a primeira contribuição aconteceu durante a campanha à Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2008. O então governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, marcou uma reunião no Palácio Guanabara, que além de Lélis e Paes, contou com as presenças de Jacob Barata, José Carlos Lavouras, Jorge Picciani e de Wilson Carlos.

Na ocasião, os políticos reforçaram a importância da eleição de Eduardo Paes para o setor de ônibus na cidade. No entanto, a reunião terminou sem qualquer acordo. O delator contou que uma outra reunião foi marcada, onde estipularam o valor. Mas, no entanto, afirma não saber quanto foi dado à campanha de Paes porque não estava presente na segunda reunião.

Quatro anos depois, na campanha de Paes à reeleição, Lélis disse que foi convidado por Pedro Paulo a ir ao Palácio da Cidade junto com Jacob Barata. Na ocasião, foi pedido mais dinheiro via caixa 2 para a campanha. O valor combinado foi de R$ 40 milhões, além de uma peça publicitária para rodar em emissoras de TV.

Em 2016, Lélis afirmou que foram pagos R$ 10 milhões à campanha de Pedro Paulo à sucessão de Eduardo Paes.

Lélis disse que em todos os casos os valores foram pagos no prédio de uma das empresas de Jacob Barata, a Guanabara Diesel, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O dinheiro foi pago ao próprio Pedro Paulo ou a Fernando Duba, chefe de gabinete do deputado.

As informações foram corroboradas pela delação do doleiro Álvaro Novis.

12/02/2020

10:37

O bicho pegou...

REPRODUÇÃO: EXTRA
REPRODUÇÃO: EXTRA

11/02/2020

12:36

Miliciano Adriano foi defendido por Bolsonaro em discurso na Câmara

Em 2005, quando deputado federal, Jair Bolsonaro fez discurso em defesa de Adriano Magalhães da Nóbrega, o ex-capitão da Polícia Militar, conhecido por Urso Polar. Adriano é apontado pelo Ministério Público como chefe da milícia do Rio das Pedras e homem forte do Escritório do Crime, o maior grupo de matadores de aluguel do Rio. Adriano já havia sido condenado por homicídio alguns dias antes do pronunciamento de Bolsonaro no plenário, e o chamou de ‘brilhante oficial’.

O discurso aconteceu no dia 27 de outubro de 2005, alguns dias depois que Adriano foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão pela morte de Leandro dos Santos Silva, de 24 anos, na favela de Parada de Lucas, no Rio. O rapaz, à época, havia denunciado PMs pela prática de extorsão a moradores na comunidade.

Flávio Bolsonaro, por seu turno, concedeu ao miliciano a Medalha Tiradentes, maior honraria do estado do Rio. Adriano recebeu a homenagem no Batalhão Especial Prisional, no dia 9 de setembro, já preso pelo assassinato de Leandro.

Em seu discurso, Bolsonaro pediu ajuda da deputada, na época, Denise Frossard, ex-juiz criminal, para que revertesse a condenação de Adriano. Em determinado ponto de seu discurso, Bolsonaro diz que ele é um ‘coitado’ e ‘jovem’.

E seguiu adiante criticando a governadora do Rio, Rosinha Garotinho, e o ex-governador Anthony Garotinho, que ordenou a prisão de Adriano e outros policiais envolvidos. Segundo ele, o governo do estado queria agradar entidades de defesa dos direitos humanos.

Flávio Bolsonaro nomeou para cargos em seu gabinete a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega. E, antes de lhe outorgar a Medalha Tiradentes, o homenageou, em outubro de 2003, com uma moção de louvor.


REPRODUÇÃO: JORNAL GGN

11/02/2020

11:02

Em delação, Eike relata propina de R$ 20 mi para Aécio

Um dos anexos que integram o acordo de delação de Eike com a Procuradoria-Geral da República (PGR) detalha o pagamento de R$ 20 milhões de propina a Aécio Neves.

A montante seria, segundo o relato, uma contrapartida pela ajuda de Aécio às empresas do grupo de Eike junto ao poder público, em especial no estado de Minas. Entre os benefícios apontados por Eike está a concessão de licenças ambientais.

O dinheiro, segundo o empresário, foi repassado, na ocasião, a um amigo de Aécio, conforme pedido do próprio tucano. O acordo de Eike com a PGR ainda não está fechado. O executivo chegou a ir a Brasília para mostrar sua “boa vontade” em colaborar.

Procurado pela coluna, Aécio disse, por meio de sua assessoria, que a "acusação é falsa e absurda” e que "jamais intercedeu em favor de qualquer interesse do Sr. Eike Batista”. “É lamentável que acusações levianas, como essa, sejam aceitas por autoridades sem a menor comprovação, exclusivamente para atender interesse de um réu confesso de inúmeros crimes e que, agora, busca obter benefícios através de falsas imputações que jamais serão comprovadas exatamente por serem falsas”, diz a nota. A assessoria afirmou que em 2010 “Aécio Neves não era mais governador de Minas”. Em abril daquele ano, o tucano deixou o governo de Minas para disputar o Senado.


REPRODUÇÃO: O GLOBO

10/02/2020

20:28

Bate papo com o Garotinho

10/02/2020

20:00

ELE SABE MUITO...

Eike Batista cita Eduardo Cunha e Edison Lobão na proposta de delação que negocia com a Priocuradoria-Geral Da República (PGR).

Aos dois, diz ter pagado propina.

REPRODUÇÃO: ÉPOCA

10/02/2020

18:44

Ele não podia falar... Queima de arquivo?

<b>REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF</b>
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

10/02/2020

18:00

Quem é o vereador do PSL dono da casa onde estava o miliciano Adriano Nóbrega

O ex-PM Adriano da Nóbrega, apontado como chefe da milícia Escritório do Crime e ligado ao senador Flávio Bolsonaro, foi morto neste domingo durante operação polícial em Esplanada, interior da Bahia.

Ele escondido em uma casa de propriedade do vereador de Esplanda Gilsinho de Dedé, do PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro foi eleito em 2018. No local os policiais encontraram quatro armas e 13 celulares.

Gilsinho tem 38 anos, é casado, e natural de Salvador. Na sua ficha eleitoral, o vereador não define sua ocupação: “estudante, bolsista, estagiário e assemelhados”.

Ao G1, Gilsinho negou conhecer Adriano da Nóbrega. “Nunca [conheci] na minha vida. Nunca falei, além das fotos que saíram na mídia nunca nem vi, nem falei, nunca tive nenhum contato, nem fui apresentado”, afirmou.

REPRODUÇÃO: BRASIL 247

10/02/2020

17:01

Eu também avisei...

<b>REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF</b>
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

10/02/2020

16:05

Eu avisei...

<b>REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF</B>
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF